Caros amigos do BTT, o BTT Maria da Fonte da Vila da Póvoa de Lanhoso, no norte de Portugal, vem pelo presente comunicar que estão abertas as inscrições no Pelos Trilhos da Maria da Fonte V, em 21 de Março de 2009, Sábado, pelas 11horas, com concentração prévia pelas 09h00 na Escola E, B 2 e 3 Gonçalo Sampaio, local habitual das edições anteriores. Será um percurso de 40 km, pelos mais belos e exigentes trilhos da Póvoa de Lanhoso, que Vos exigirá: i) esforço; ii) empenho; iii) boa disposição; iv) interacção social e cultural; v) enriquecimento Humano. São estes os elementos que nos diferenciam. Proporcionar um passeio único e transcendente. Temos equipas, a trabalhar em cada uma das áreas logísticas do evento e tudo farão (faremos) para Vos agradar.
As inscrições:
Canal prioritário: http://www.bttmariadafonte.com, através de formulário;
Web master (Vitor Costa): vitordrcosta@gmail.com Canal alternativo para inscrições (nome; localidade; numero de identificação nacional, BI ou C.C.; data de nascimento, modalidade, com ou sem almoço): bttmariadafonte@gmail.com Linha de apoio ao Betetista:
Canal prioritário: bttmariadafonte@gmail.com
Canal alternativo: Eduardo Oliveira, comunicação, marketing, coordenação geral:
91 70 60 153 ou 96 49 83 821 e José António Silva, percurso: 96 551 79 70 Valores: 08 pp, passeio;
13 pp. , passeio e almoço; Pagamento obrigatório via MB para: O NIB da conta é: 003506630003185030092
Número de Conta CGD: 0663031850300
Titular: Alberto Duarte Vieira Moreira Envio obrigatório do recibo de pagamento para o email:
bttmariadafonte@gmail.com As inscrições só serão validadas após pagamento e envio do talão MB. Não serão aceites inscrições no próprio dia. Não hesitem em contactar-nos usando os canais electrónicos como prioritários. A Vossa presença engrandecerá o evento e dará força ao projecto BTT, um estilo de Vida. Abraço, P´lo BTT Maria da Fonte
Eduardo Oliveira
A Maria da Fonte Aprovada a Constituição em 1838 as insurreições
contra o Governo rebentaram um pouco por todo o país.
O novo sistema constitucional, viu-se ameaçado
logo na sua infância. Vivia-se em Portugal uma
«paz podre», um clima de pré-guerra civil, um fervor crescente contra a prepotência de Costa Cabral.
As revoltas que iam surgindo eram rapidamente controladas pelas forças governamentais, mas os ânimos populares
eram cada vez mais adversos. O povo, que vivia em
condições socio-económicos degradantes aceitava mal as «inovações» governamentais. A criação das matrizes prediais ou a Décima Repartição,
as Juntas de Saúde e a proibição de sepultar
os mortos no interior dos templos religiosos,
exaltaram os ânimos populares. Estas politicas eram indispensáveis ao saneamento financeiro do governo e importantes para a melhoria das condições de
saúde pública, mas o povo viu-as pelo lado negativo, interpretando-as como uma manifestação de
autoritarismo e prepotência. Depois dos
acontecimentos de 1846 estas medidas acabaram por ser implementadas.
Apesar das diferentes interpretações que possam ser feitas da Revolução, não podemos negar a existência do movimento popular que imortalizou A Maria da Fonte. O «rastilho» incendiado corria velozmente em direcção ao «barril de pólvora» que a qualquer momento podia «rebentar» em qualquer parte do país,
acabando por rebentar no concelho da
Póvoa de Lanhoso especificamente na freguesia de FonteArcada (esta freguesia é também designada de Fontarcada). A proibição dos enterramentos no
interior das portas sagradas das igrejas exaltou
o «sexo feminino» que cedente de instrução não reconheceu utilidade nas políticas sanitárias de Costa Cabral,
nem tolerava qualquer «inovação» no costume secular de enterrar os cadáveres dentro das igrejas. A primeira manifestação ocorreu em 20 de Janeiro de 1846.
Falecido um habitante do lugar de Valbom da freguesia de FonteArcada a Igreja e a administração local iriam fazer cumprir a Lei, fazendo descer à terra do adro o cadáver.
As mulheres da freguesia, chamadas pelo toque a rebate do sino da Igreja, reuniram-se no dito lugar com o firme propósito de conduzir o defunto ao interior do templo. Acontecimentos análogos foram-se multiplicando por todo o concelho, sem grande intervenção da administração local, fazendo com que as revoltosas ganhassem força e coragem para novas proezas. A 22 de Março já o agrupamento do “mulherio” (Coutinho, 1997) era de consideráveis dimensões. Falecido o mais humilde morador da freguesia o acto de insurreição repetia-se, cada vez com mais demonstração de revolta. As mulheres empunhavam instrumentos de auxílio nas actividades do quotidiano: “chuços; ferrelhos; sacholas e forcados” (Coutinho, 1997), exclamando, aquilo a que hoje
chamaríamos o slogan da revolução «Viva a Rainha,
Abaixo os Cabrais e as Leis Novas». Esta expressão demonstra claramente o porquê do levantamento popular.
Num dos actos de enterramento (manifestação de Simães) resultou a prisão de três revoltosas que foram conduzidas à cadeia da Vila. As mulheres, mais uma vez chamadas pelo rebate dos sinos, amotinaram-se no adro da Igreja de FonteArcada e dali partiram em direcção à Vila,
armadas com o que tinham, instrumentos agrícolas. Contudo segundo escritos históricos, nomeadamente de Coutinho (1997) duas delas apresentaram-se com armas de fogo presas à cintura. Seguiram então em direcção à Vila num “cordão compacto da largura do caminho numa extensão de um quilómetro” (Coutinho, 1997). Chegadas aos Paços do Concelho arrebentaram à força de machado as portas da cadeia e libertaram dela as três companheiras. A «torrente de revolta» em vez de esfriar,
inspirava a actos de maiores proezas e espalhou-se
como uma mancha de óleo pelas freguesias do concelho e pelos concelhos vizinhos daí a denominação de
Revolução do Minho.
A questão mais difícil de dissecar na história deste levantamento é a proveniência da identidade de Maria da Fonte, pois segundo documentos históricos, como os
registos paroquiais estudados por Bastos (1945),
Coutinho (1997), Freitas (1996), Maria da Fonte enquanto pessoa com este nome não existiu. No entanto pela letra do Hino popular da Maria da Fonte (ver figura 6) se atribui a Maria Angelina o nome da Maria da Fonte, embora Bastos o atribua a Maria Luísa Balaio, estalajadeira da Vila que alimentavam as revoltosas na sua estalagem. Sem querermos menosprezar o interesse da história em querer dissecar quem foi na verdade Maria da Fonte, na nossa perspectiva é inegável a existência da Revolução que foi organizada por um grupo numeroso de mulheres, na sua maioria oriundas de FonteArcada. Na perspectiva turística somos da opinião que a
história ou o acontecimento histórico da
Revolução da Maria da Fonte que em pouco tempo se disseminou pelo país, numa afirmação da força
popular é um acontecimento que faz parte do património e
como tal passível de ser estruturado num produto turístico
no âmbito do turismo cultural.
Interests
BTT
Cicloturismo
Tudo que envolva bicicletas
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"In mountainbiking there is no destination, just a bike, a rider and a place to ride!
We just need one bike, we are a rider, and the place is the world..."
Caros amigos do BTT, o BTT Maria da Fonte da Vila da Póvoa de Lanhoso, no norte de Portugal, vem pelo presente comunicar que estão abertas as inscrições no Pelos Trilhos da Maria da Fonte V, em 21 de Março de 2009, Sábado, pelas 11horas, com concentração prévia pelas 09h00 na Escola E, B 2 e 3 Gonçalo Sampaio, local habitual das edições anteriores.
Será um percurso de 40 km, pelos mais belos e exigentes trilhos da Póvoa de Lanhoso, que Vos exigirá: i) esforço; ii) empenho; iii) boa disposição; iv) interacção social e cultural; v) enriquecimento Humano.
São estes os elementos que nos diferenciam. Proporcionar um passeio único e transcendente. Temos equipas, a trabalhar em cada uma das áreas logísticas do evento e tudo farão (faremos) para Vos agradar.
As inscrições:
Canal prioritário (on-line dentro de 48 horas): http://www.bttmariadafonte.com, através de formulário; Web master (Vitor Costa): vitordrcosta@gmail.com
Canal alternativo para inscrições (nome; localidade; numero de identificação nacional, BI ou C.C.; data de nascimento, modalidade, com ou sem almoço): bttmariadafonte@gmail.com
Linha de apoio ao Betetista: Canal prioritário: bttmariadafonte@gmail.com Canal alternativo: Eduardo Oliveira, comunicação, marketing, coordenação geral: 91 70 60 153 ou 96 49 83 821 e José António Silva, percurso: 96 551 79 70
Valores: 08 Euros, passeio; 13 Euros, passeio e almoço;
Pagamento obrigatório via MB para:
O NIB da conta é: 003506630003185030092 Número de Conta CGD: 0663031850300 Titular: Alberto Duarte Vieira Moreira
Envio obrigatório do recibo de pagamento para o email: bttmariadafonte@gmail.com
As inscrições só serão validadas após pagamento e envio do talão MB. Não serão aceites inscrições no próprio dia.
Não hesitem em contactar-nos usando os canais electrónicos como prioritários.
A Vossa presença engrandecerá o evento e dará força ao projecto BTT, um estilo de Vida.
No dia 22 de Novembro de 2008 terá lugar o "Passeio de BTT - Caminho do Formigueiro", caminho de peregrinação que liga o Santuário de Nossa Senhora da Abadia (Concelho de Amares) e o Santuário de São Bento da Porta Aberta (Concelho de Terras de Bouro). O percurso será de aproximadamente 30km de dificuldade média, passando por alguns dos mais belos lugares do Parque Nacional da Peneda-Gerês. A concentração dos participantes será pelas 09:00h da manhã, junto ao Santuário de Nossa Senhora da Abadia, onde funcionará o secretariado. O preço da inscrição é de dez "rodas", com direito a almoço, balneários, seguro, lembranças e transporte de volta para o ponto de partida.
Envia a tua ficha de inscrição para o e-mail: turel@turismoreligioso.org
Para mais informações liga 253 213 873/4 ou visita www.turismoreligioso.org
entao pessoal tamos a vossa espera no passeio de btt caminho do formigueiro dia 22 de novembro visitem o site www.turismoreligioso.org tem la todas as informações... boas pedaladas
Gostariamos de contar com a tua presença no nosso 1 Passeio BTT Nasoni "in douro"...
Realiza-se no dia 14 de Setembro e vai percorrer os socalcos do douro no no concelho do Peso da Regua.
As agradaveis paisagens que o rio douro nos proporciona e pelos trilhos entre as vinhas que cobrem os nossos montes - Zona Demarcada do Douro e Património Mundial... vai ser um belo passeio...participem...
A receita deste evento vai reverter a favor dos Bombeiros Voluntários do Peso da Régua. A inscrição no passeio incui:
Almoço: Porco no espeto + bebidas; Lanche meio do percurso; Lembrança; Sorteio de prémios: acessorios BTT; Banho; Seguro
Mais esclarecimentos sobre o passeio em: www.bttnasoni.4t.com
Pedalar durante todo o dia, mergulhar em rios e ribeiros, deitar tarde, dormir pouco, levantar cedo, fazer novos amigos, partilhar dificuldades, distribuir alegria, esquecer o stress e o telemóvel, dormir no chão ao ar livre, dançar, cantar...enfim...assim se fazem os Caminhos de Santiago. (Pedro Portugal)
1ºPorto – Ponte de Lima 87,5 km 2ºPonte de Lima – Redondela 70,8 km 3ºRedondela – Pádron 60,5 km 4ºPádron – Santiago 23,9 km
"Pelos Trilhos da Maria da Fonte VI"
21 de Março 2010